quarta-feira, 17 de novembro de 2010


Por mim podes me criticar, podes me odiar, mas eu serei eternamente aquela criança. serei a rapariga que desistiu de crescer, porque conheceu a felicidade. serei eternamente a menina querida do papá. serei eternamente aquela criança que fez chichi nas calças, que chuchou na chupeta. mas que vive o presente, sonha com o futuro e sorri. com um daqueles sorrisos de bochecha a bochecha, que no final dá uma gargalhada tão simples e extraordinária que todo o mundo que a ouve sorri também. porque um dia esta criança hade crescer, hade sofrer, hade saber o que custa ser crescido, mas esse dia não é hoje e acredita que não chegará tão cedo...

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