Não é que eu não entenda ou que me apeteça perceber, apenas não posso acreditar em ti sempre que me mentires. Estou farta de todos os dias dar por mim na tua fotografia, lendo cada comentário estúpido e inocente que eu e tu fizemos, estou cansada de acordar de manhã e perguntar-me se hoje vais voltar a virar a minha vida e eu deixarei de ver tudo de pernas para o ar, estou farta de viver dia após dia, sem saber quando irei ter coragem, e tal como tu seguir a minha vida. Já nem sei o que é passar um dia sem falar o teu nome, quando me falarem de ti eu perguntar "eh que é feito desse ?", já não sei o que é estar ao teu lado e não olhar nos teus olhos, não ter medo de cair na tentação e beijar a tua boca, queria passar mais um dia sem questionar o que estarás a fazer, se realmente és feliz sem mim, porque sinceramente sem ti não sou a mesma, falta me a vontade, falta me algo, falta me uma razão, um desejo, uma sensação, falta me um coisa inexplicável, mesmo assim estou a tentar não precisar dela, não precisar de ti nem de ninguém, o problema é que eu agarro-me as pessoas, eu dou por mim rindo de momentos que vivi com elas, de canções que cantamos, de piadas que contamos, de barracas que partilhamos, de sonhos que sempre tivemos juntos, um dia viveremos os dois, um dia iremos ser só nós, um dia ... deixará de existir um tu e eu, e tornaremos-nos num nós, eu irei dizer o teu nome junto do pronome possessivo meu, e nesse dia esquecerei o teu nome e voltarei a chamar te apenas meu amor, meu feio, meu estúpido e em seguida com um leve sorriso no rosto direi, amo-te, amo-te com tudo o que posso.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Não é que eu não entenda ou que me apeteça perceber, apenas não posso acreditar em ti sempre que me mentires. Estou farta de todos os dias dar por mim na tua fotografia, lendo cada comentário estúpido e inocente que eu e tu fizemos, estou cansada de acordar de manhã e perguntar-me se hoje vais voltar a virar a minha vida e eu deixarei de ver tudo de pernas para o ar, estou farta de viver dia após dia, sem saber quando irei ter coragem, e tal como tu seguir a minha vida. Já nem sei o que é passar um dia sem falar o teu nome, quando me falarem de ti eu perguntar "eh que é feito desse ?", já não sei o que é estar ao teu lado e não olhar nos teus olhos, não ter medo de cair na tentação e beijar a tua boca, queria passar mais um dia sem questionar o que estarás a fazer, se realmente és feliz sem mim, porque sinceramente sem ti não sou a mesma, falta me a vontade, falta me algo, falta me uma razão, um desejo, uma sensação, falta me um coisa inexplicável, mesmo assim estou a tentar não precisar dela, não precisar de ti nem de ninguém, o problema é que eu agarro-me as pessoas, eu dou por mim rindo de momentos que vivi com elas, de canções que cantamos, de piadas que contamos, de barracas que partilhamos, de sonhos que sempre tivemos juntos, um dia viveremos os dois, um dia iremos ser só nós, um dia ... deixará de existir um tu e eu, e tornaremos-nos num nós, eu irei dizer o teu nome junto do pronome possessivo meu, e nesse dia esquecerei o teu nome e voltarei a chamar te apenas meu amor, meu feio, meu estúpido e em seguida com um leve sorriso no rosto direi, amo-te, amo-te com tudo o que posso.
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d.
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