Prometeste-me. Foi a tua ultima promessa, mais uma das tuas tantas promessas e mais uma vez não estas a cumpri-la. esqueceste foi ? esqueceste o quanto fomos feliz ? o quanto lutamos contra tudo e todos ? o quanto mudamos tudo juntos ? o quanto foi maravilhoso ? talvez até perfeito ? Agora percebo o quanto a realidade é mais forte que simples sonhos, o quanto eu cheguei tarde de mais, agora apenas entendo que não me devia agarrar ao passado como se não houvesse amanhã, pois o dia de hoje está a acabar e o futuro não vai esperar que eu decida viver sem ti. Mas não consigo por mais que tente deitar tudo para detrás das costas, e de repente «bluff...» esquecer-me de tudo, já não precisar de ti, nem te amar como amo, não consigo fazê-lo, se calhar também não quero, mas neste momento é o que eu preciso, para me lembrar que tenho um mundo lá fora, pronto para ser explorado e por pequenos segundos deixares de divagar no meu pensamento. Tenho medo que não consigas agarrar a minha mão antes de eu cair desta vez, tenho medo de chorar sem te ter para me limpares as lágrimas, tenho medo de nunca mais te abraçar e ouvir da tua boca o quanto sou especial. se és a razão pela qual me levanto todos os dias ? ainda duvidas ? eu já tentei, mas não consigo duvidar mais, não consigo enganar-me mais, é a verdade por mais dura e dolorosa que seja aceita-la, não posso negar, provavelmente um dia deixe de ser, até lá vou continuar a tentar dia após dia, sem desistir.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Prometeste-me. Foi a tua ultima promessa, mais uma das tuas tantas promessas e mais uma vez não estas a cumpri-la. esqueceste foi ? esqueceste o quanto fomos feliz ? o quanto lutamos contra tudo e todos ? o quanto mudamos tudo juntos ? o quanto foi maravilhoso ? talvez até perfeito ? Agora percebo o quanto a realidade é mais forte que simples sonhos, o quanto eu cheguei tarde de mais, agora apenas entendo que não me devia agarrar ao passado como se não houvesse amanhã, pois o dia de hoje está a acabar e o futuro não vai esperar que eu decida viver sem ti. Mas não consigo por mais que tente deitar tudo para detrás das costas, e de repente «bluff...» esquecer-me de tudo, já não precisar de ti, nem te amar como amo, não consigo fazê-lo, se calhar também não quero, mas neste momento é o que eu preciso, para me lembrar que tenho um mundo lá fora, pronto para ser explorado e por pequenos segundos deixares de divagar no meu pensamento. Tenho medo que não consigas agarrar a minha mão antes de eu cair desta vez, tenho medo de chorar sem te ter para me limpares as lágrimas, tenho medo de nunca mais te abraçar e ouvir da tua boca o quanto sou especial. se és a razão pela qual me levanto todos os dias ? ainda duvidas ? eu já tentei, mas não consigo duvidar mais, não consigo enganar-me mais, é a verdade por mais dura e dolorosa que seja aceita-la, não posso negar, provavelmente um dia deixe de ser, até lá vou continuar a tentar dia após dia, sem desistir.
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d.
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