«O que doi é que ele não me quer perder, mas também não tem intenções de me amar.»
melhor amigo: Às vezes gostava de morrer, só mesmo para saber quem ia ter saudades.
ela: Também eu, mas não morras, não sei o que seria de mim sem ti (...)
ela: Também eu, mas não morras, não sei o que seria de mim sem ti (...)
Ela acreditava que tudo passasse, mesmo que naquela noite de Dezembro o frio levasse mais um pouco dela, apagasse mais um dos seus tantos sorrisos e lhe roubasse a ingenuidade da vida. A absoluta imensidão beijava lhe entre os seus sopros, algemava-a perante situações constrangedoras, dominando-a quando incapaz de continuar em frente acabava de desistir. O destino revelara-se e neste até o diamante mais belo se despedaçava em mil e um pedacinhos, que mesmo depois de colado e recomposto não voltara a ser o que foi. Confundia-se, baralhada com os profundos afagos que lhe sugavam a alma, lhe acariciavam o corpo, completamente funerável aquele seu tão estimado sentimento, que transportava dentro si, envolvido em todos os seus bateres de sobrevivência, escondido dentro do seu órgão mais frágil e grandioso. Tentava aquece-lo com as mãos, protege lo com o pensamento que tudo ia dar certo e quando a dor apertava com força e o choro era inevitável, ela revoltava se, beliscava se , mordia se, sempre que os seus pensamentos se fixavam naquela sensação que nunca conseguia controlar, naquele aperto no peito, vontade de um abraço. Há quem diga que ela vai se recompor, dizem-no com tanta fé que eu até chego a acreditar, mas quando me lembro que quase todos a abandonaram, lhe perfuraram, gozaram com o que mexia consigo, brincaram com a sua existência até esta virar mais um brinquedo gasto em cima da prateleira. Quando me deparo com essa ideia, eu apenas tenho mais a certeza, creio mais que mesmo com um brilho no olhar, o cansaço será maior e que o que ela foi, não voltara a ser, as pessoas mataram aquela criança, aquela menina que não se deixava rebaixar pelo que diziam e achavam. Diria que se encontrou entre as muitas ruas que percorreu, que o sorriso continua a caracteriza-la e que todas as lágrimas que a invadiram, evaporaram-se, que o seus batimentos são constantes e que nunca perdeu o ânimo, só que as desilusões foram maiores, perdeu tudo o que amou até mesmo aquela sua presença triunfante que se podia avistar até nos confins mais escuros.
3 comentários:
tens uma força incrivel! adoro-te.
gosto muito do teu blog *_*
vou seguir, segue o meu ;D
beijinho (;
gosto muito do teu blog *_*
vou seguir, segue o meu ;D
beijinho (;
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