Diz-me como consegues derrubar tudo o que construimos juntos de cabeça levantada, como consegues falar de um "eu e tu" sem sequer perder o folgo, sem te dar um aperto no coração, ensina-me a olhar para trás sem deixar que o passado me afecte, a olhar para ti e não sentir que o coração me vai saltar, sem perder os sentidos, ensina-me a viver sem ti. Mais uma vez preciso que estejas aqui, não consigo mais suspender a respiração, necessito do teu ar, não consigo fechar os olhos sem te ver ali a olhar para mim, não consigo relembrar todas as ocasiões e conter sempre as lágrimas, não consigo por mais que tente. Nem que o tempo parasse, os sonhos desaparecessem, as saudades evaporarem se, eu me iria por milésimos de segundo esquecer o peso que tiveste na minha vida. Tornaste o passado inesquecível, o presente suportável e o futuro imaginável, obrigado, fizeste me viver ao limite.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Diz-me como consegues derrubar tudo o que construimos juntos de cabeça levantada, como consegues falar de um "eu e tu" sem sequer perder o folgo, sem te dar um aperto no coração, ensina-me a olhar para trás sem deixar que o passado me afecte, a olhar para ti e não sentir que o coração me vai saltar, sem perder os sentidos, ensina-me a viver sem ti. Mais uma vez preciso que estejas aqui, não consigo mais suspender a respiração, necessito do teu ar, não consigo fechar os olhos sem te ver ali a olhar para mim, não consigo relembrar todas as ocasiões e conter sempre as lágrimas, não consigo por mais que tente. Nem que o tempo parasse, os sonhos desaparecessem, as saudades evaporarem se, eu me iria por milésimos de segundo esquecer o peso que tiveste na minha vida. Tornaste o passado inesquecível, o presente suportável e o futuro imaginável, obrigado, fizeste me viver ao limite.
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