Nunca digas que é para sempre, porque o teu sempre é como o meu odeio-te, lá no fundo é a maior mentira que podias dizer.
Um amor de vida, uma paixão de um dia, uma amizade de segundos, algo que magoa, entranhasse cá dentro, algo que deixa marcas e volta a massacrar, algo pelo qual damos a vida e o silêncio, algo passageiro, mas que ao mesmo tempo permanece, algo assim do género doentio, forte e único. Uma situação que vivemos pelo menos uma vez na vida e que todos designamos como perfeita, recordações e lembranças mal esquecidas, palavras que dão voltas e voltas na nossa cabeça, atormentando-a, um sentimento que bate bem lá no fundo e solidão, muita solidão para vivermos o resto que nos falta. Nós, seres humanos, tão conscientes, tão racionais, tão previsíveis (...)