«Verdade doí, mas não mata. Mentira agrada, mas não cura.»
Senti me como um pássaro numa gaiola, no momento senti que me agarravam as mãos e os pés estavam colados ao chão, sem me conseguir movimentar comecei a entrar em desespero, respirei fundo, inspirando e expirando muito devagar, cada vez me sentia mais nervosa, estava acorrentada pela minha própria imaginação e o meu corpo não dava sinais de compaixão, atormentada pelas constantes mudanças, revivendo sentimentos e emoções que me massacraram em tempos, cheguei a morder o lábio de tanta raiva que senti de mim naquele momento. Houve dias em que sobrevivi a grandes guerras, cada uma deixou as suas cicatrizes, marcas que vão permanecer em mim fazendo com que não sejam esquecidas, houve dias em que me dava gozo começar tudo de novo, agora causa uma profunda dor, parece que me picam o coração com um pedaço de vidro partido e chega a um instante em que mesmo dominada pela amargura tento erguer a cabeça e seguir em frente com os imensos cortes que me foram causados, mesmo que por vezes esquecer o que um dia nos fez feliz seja doloroso, tenho que deixar o espaço vazio dessa felicidade ser ocupado por outra. Sei que não posso apagar a minha história, por isso vou tentar riscar e remendar o que for possível, não vai ser um novo início, mas sim um novo fim.* Parabéns Catarina, Martinha e Yuri ! (:
1 comentário:
está lindo princesa*
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